Tem sido assim...
Primeiro eles começam piando aos poucos, como que bocejando.
Depois já em maior quantidade, e em sons mais estridentes, e diversos; eles não deixam dúvida: o dia amanheceu.
Tem sido assim, eu disse, o meu amanhecer.
Moro no campo? Não, moro na periferia da cidade.
Há, em frente de minha casa uma praça. Pequena é bem verdade, porém arborizada.
Arborizada o suficiente para abrigar estes - bem vindos - pássaros.
Veem para dormir, geralmente em silêncio. A exceção são os bem-ti-vis.
Quase toda a tarde - aparentemente - se perdem dos seus pares.
Ficam a chamá-los, nem sempre com sucesso.
Como sei disso - quero dizer - como sei que é sem sucesso, o seu chamado.
É que na manhã seguinte eles acordam repetindo o mesmo canto da noite anterior.
E quando o parceiro, ou a parceira chega; é uma festa só.
Eles se juntam num canto totalmente estridente e alegre que dá pra sentir.
E aí, agradecendo a Deus o novo dia, recomeçamos tudo outra vez.
Eles e eu...
terça-feira, 23 de março de 2010
Só lembranças, nada mais...
Tenho tentado ir sem você.
Tenho tentado, mas não tenho conseguido.
Você tem estado todo o tempo, em todo o lugar.
Com as mais diversas pessoas e situações.
Tem doído a sua ausência.
Dói, mais ainda, não entender o porque está sendo, assim.
Tenho tentado, porém, por mais que queira negar, ou fazer de conta que não sinto, eu sinto, e muito.
Tenho vivido sem a sua voz, sem o seu carinho, sem a sua presença.
Tenho vivido me lembrando de coisas e situações que possam significar você.
Tenho estado com pessoas.
Não tenho sido falso.
Porém, você se faz presente.
Sinto muito a sua falta.
Gostaria muito de estar com você.
Gostaria muito de tê-la outra vez.
A cada dia que passa este reencontro se torna mais improvável.
Melhor que seja assim.
Deixemos que o rio siga o seu curso...
Tenho tentado, mas não tenho conseguido.
Você tem estado todo o tempo, em todo o lugar.
Com as mais diversas pessoas e situações.
Tem doído a sua ausência.
Dói, mais ainda, não entender o porque está sendo, assim.
Tenho tentado, porém, por mais que queira negar, ou fazer de conta que não sinto, eu sinto, e muito.
Tenho vivido sem a sua voz, sem o seu carinho, sem a sua presença.
Tenho vivido me lembrando de coisas e situações que possam significar você.
Tenho estado com pessoas.
Não tenho sido falso.
Porém, você se faz presente.
Sinto muito a sua falta.
Gostaria muito de estar com você.
Gostaria muito de tê-la outra vez.
A cada dia que passa este reencontro se torna mais improvável.
Melhor que seja assim.
Deixemos que o rio siga o seu curso...
sexta-feira, 19 de março de 2010
Devaneios
É final de verão e chove.
É próprio - em nossa região - chover nesta época do ano.
É até prenúncio de fartura quando ela (a chuva) acontece.
Principalmente no dia 19 de março, que é consagrado à São José.
Se chover nesse dia os sertanejos, festejam antecipado, o sinal de boa safra (arroz, feijão e milho).
Estamos vivendo um período de contrastes. Ao mesmo tempo em que vemos a economia caminhar bem, vemos os costumes se deteriorarem.
Em todas as camadas da sociedade os absurdos estão acontecendo.
Numerá-los, improdutivo é.
Me questiono às vezes sobre se estamos vivendo tempos novos ou se, apenas, é a comunicação que, por ser mais ágil e abundante, nos dá a falsa impressão de coisas novas, o que - de fato - velho, é.
É abundante em todos os meios de comunicação as ocorrências escabrosas em todas as áreas e em todos os seguimentos.
Estamos conseguindo mostrar com clareza e, quase que imediatamente, fatos e acontecimentos que até bem pouco tempo atrás demoravam (semanas,meses,anos) a serem conhecidos.
O alcance e a velocidade com que as notícias, onde quer que aconteçam, nos chegam; podem estar nos fazendo crer que são fatos novos.
Fico escandalizado com o quão estamos sendo capazes de cometer atrocidades.
Talvez com este retrato tão cruel e, ao mesmo tempo, tão fiel da falta de limites a que chegamos, possamos melhorar e voltar a valorizar modos e costumes que, de certa forma, abandonamos.
Respeito aos pais e aos mais velhos - Será que os pais estão fazendo por merecê-lo?
E os mais velhos? estão envelhecendo com sabedoria?
Fatos e acontecimentos muitos, estão a desmentir esta acertiva que, por muito tempo, prevaleceu como verdade.
Confiança em Deus - Estamos perdendo o contato com o Divino.
Estamos nos perdendo a cada dia, sem saber em quem confiar. E, é imperativo que confiemos em alguma coisa, em alguém.
É verdade também que a oferta está sendo muito grande. Que inúmeros são os que se apresentam como merecedores de confiança.
Porém os fatos estão a nos mostrar que, de modo geral, poucos dos que se dizem merecedores, de fato, merecem.
Honestidade - bastaria que adotássemos este pricípio e, muitos dos nossos males, atuais, seriam saneados.
Ser honesto, atualmente, tornou-se, para alguns, tão desnecessário quanto a virgindade.
É quase uma doença, é quase uma idiotice, este é, quase, o pensamento generalizado.
Felizmente ainda existem os que acreditam no Respeito, na Confiança em Deus e na Honestidade.
Somos - acredito - ainda a maioria.
E, por isso precisamos, de alguma forma, fazer prevalecer estes conceitos, estes princípios.
Para, mesmo que aos poucos, melhorarmos o nosso dia dia.
Parodiando o poeta Tom Jobim, ..."são as águas de março fechando o verão e esperança de melhores dias em nosso corção..
É próprio - em nossa região - chover nesta época do ano.
É até prenúncio de fartura quando ela (a chuva) acontece.
Principalmente no dia 19 de março, que é consagrado à São José.
Se chover nesse dia os sertanejos, festejam antecipado, o sinal de boa safra (arroz, feijão e milho).
Estamos vivendo um período de contrastes. Ao mesmo tempo em que vemos a economia caminhar bem, vemos os costumes se deteriorarem.
Em todas as camadas da sociedade os absurdos estão acontecendo.
Numerá-los, improdutivo é.
Me questiono às vezes sobre se estamos vivendo tempos novos ou se, apenas, é a comunicação que, por ser mais ágil e abundante, nos dá a falsa impressão de coisas novas, o que - de fato - velho, é.
É abundante em todos os meios de comunicação as ocorrências escabrosas em todas as áreas e em todos os seguimentos.
Estamos conseguindo mostrar com clareza e, quase que imediatamente, fatos e acontecimentos que até bem pouco tempo atrás demoravam (semanas,meses,anos) a serem conhecidos.
O alcance e a velocidade com que as notícias, onde quer que aconteçam, nos chegam; podem estar nos fazendo crer que são fatos novos.
Fico escandalizado com o quão estamos sendo capazes de cometer atrocidades.
Talvez com este retrato tão cruel e, ao mesmo tempo, tão fiel da falta de limites a que chegamos, possamos melhorar e voltar a valorizar modos e costumes que, de certa forma, abandonamos.
Respeito aos pais e aos mais velhos - Será que os pais estão fazendo por merecê-lo?
E os mais velhos? estão envelhecendo com sabedoria?
Fatos e acontecimentos muitos, estão a desmentir esta acertiva que, por muito tempo, prevaleceu como verdade.
Confiança em Deus - Estamos perdendo o contato com o Divino.
Estamos nos perdendo a cada dia, sem saber em quem confiar. E, é imperativo que confiemos em alguma coisa, em alguém.
É verdade também que a oferta está sendo muito grande. Que inúmeros são os que se apresentam como merecedores de confiança.
Porém os fatos estão a nos mostrar que, de modo geral, poucos dos que se dizem merecedores, de fato, merecem.
Honestidade - bastaria que adotássemos este pricípio e, muitos dos nossos males, atuais, seriam saneados.
Ser honesto, atualmente, tornou-se, para alguns, tão desnecessário quanto a virgindade.
É quase uma doença, é quase uma idiotice, este é, quase, o pensamento generalizado.
Felizmente ainda existem os que acreditam no Respeito, na Confiança em Deus e na Honestidade.
Somos - acredito - ainda a maioria.
E, por isso precisamos, de alguma forma, fazer prevalecer estes conceitos, estes princípios.
Para, mesmo que aos poucos, melhorarmos o nosso dia dia.
Parodiando o poeta Tom Jobim, ..."são as águas de março fechando o verão e esperança de melhores dias em nosso corção..
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
Era janeiro...
Era um lago sereno...
Patos, gansos e marrecos se deleitavam em suas águas mansas e calmas.
Ali, parado, observando aquela placidez - quase paz - um homem..., só.
Era um começo de tarde.
Quanta serenidade nos inspira uma tarde assim.
O vento nas folhagens, quase um sussuro.
Os pássaros procurando o melhor local para o seu aconchego.
Longe, aquele canto triste - quase pranto - de um bem-ti-vi.
Os bem-ti-vis, ao entardecer, teem um canto que é: um lamento.
É como se estivessem - ou quem sabe - estejam a procura do seu par, que saiu e até agora não voltou.
Que faço eu - em meio à tanta beleza - triste.
Me torno, sem querer, parte desta paisagem.
Um homem só, sentado à beira do lago, observando o quê?
Bom que ninguém saiba, ao homem, pouco ou nada daquela beleza, consegue tocá-lo.
Motivo: está olhando para dentro de si...
Patos, gansos e marrecos se deleitavam em suas águas mansas e calmas.
Ali, parado, observando aquela placidez - quase paz - um homem..., só.
Era um começo de tarde.
Quanta serenidade nos inspira uma tarde assim.
O vento nas folhagens, quase um sussuro.
Os pássaros procurando o melhor local para o seu aconchego.
Longe, aquele canto triste - quase pranto - de um bem-ti-vi.
Os bem-ti-vis, ao entardecer, teem um canto que é: um lamento.
É como se estivessem - ou quem sabe - estejam a procura do seu par, que saiu e até agora não voltou.
Que faço eu - em meio à tanta beleza - triste.
Me torno, sem querer, parte desta paisagem.
Um homem só, sentado à beira do lago, observando o quê?
Bom que ninguém saiba, ao homem, pouco ou nada daquela beleza, consegue tocá-lo.
Motivo: está olhando para dentro de si...
sábado, 30 de janeiro de 2010
Temas polêmicos
Temas polêmicos
Estou procurando uma forma de abordá-los: holocausto, extermínio dos índios das américas e escravidão negra.
Destes três, condenáveis todos, somente do holocausto ao povo judeu - talvez pela proximidade cronológica - se faz mais presente e constante, o repúdio.
Mesmo estando, cronologicamente, perto, vem um...Armadinejad (assim pronuncio, assim escrevo) e diz que isto não existiu.
Há, ainda, testemunhas oculares dos dois lados. Dos que sacrificaram e dos que foram sacrificados.
Mas êle nega.
Nada importante, a sua negativa, apenas o registro da dificuladade existente para se chegar à verdade dos fatos.
Chamei de extermínio dos índios; não foi.
Foi massacre. Felizmente, em todas as Américas, êles ainda existem e resistem.
Quantos foram? Não sei e nem procurei saber.
Não é minha intenção fazer comparativo de números.
E a escravidão negra? Um pouco menos recente que o holocausto judeu mas que continua com feridas ainda abertas.
Porque, diferentemente: do holocaausto e do massacre, foi contaminada em seu próprio meio.
Quero dizer: Houve colaboração dos próprios negros na consumação da escravidão.
Tanto na África onde é sabido que a captura se dava com a participação do mais forte vendendo o mais fraco e o mesmo se dava aqui.
Sendo que aqui, já escravos, muitos se permitiam colaborar na consecução das barbaridades a que outros eram expostos.
Temas polêmicos, previ.
Onde quero chegar?
Quero entender o motivo da prevalência do holocausto dos judeus sobre: o massacre dos índios, que continua acontecendo.
De forma menos explícita, mas continua.
E a escravidão dos negros que - abolida já foi, lá se vão mais de cem anos (cento e vinte e dois) - e é tão pouco referida diante de tantas, e tantos acontecimentos.
Não tenciono também medir o que foi ou é pior.
Todas, já observei no começo, são condenáveis.
E então porque a prevalência? Alguém pode me dar uma explicação, ou quem sabe; me convencer de que tal não existe e que estou equivocado?
Estou procurando uma forma de abordá-los: holocausto, extermínio dos índios das américas e escravidão negra.
Destes três, condenáveis todos, somente do holocausto ao povo judeu - talvez pela proximidade cronológica - se faz mais presente e constante, o repúdio.
Mesmo estando, cronologicamente, perto, vem um...Armadinejad (assim pronuncio, assim escrevo) e diz que isto não existiu.
Há, ainda, testemunhas oculares dos dois lados. Dos que sacrificaram e dos que foram sacrificados.
Mas êle nega.
Nada importante, a sua negativa, apenas o registro da dificuladade existente para se chegar à verdade dos fatos.
Chamei de extermínio dos índios; não foi.
Foi massacre. Felizmente, em todas as Américas, êles ainda existem e resistem.
Quantos foram? Não sei e nem procurei saber.
Não é minha intenção fazer comparativo de números.
E a escravidão negra? Um pouco menos recente que o holocausto judeu mas que continua com feridas ainda abertas.
Porque, diferentemente: do holocaausto e do massacre, foi contaminada em seu próprio meio.
Quero dizer: Houve colaboração dos próprios negros na consumação da escravidão.
Tanto na África onde é sabido que a captura se dava com a participação do mais forte vendendo o mais fraco e o mesmo se dava aqui.
Sendo que aqui, já escravos, muitos se permitiam colaborar na consecução das barbaridades a que outros eram expostos.
Temas polêmicos, previ.
Onde quero chegar?
Quero entender o motivo da prevalência do holocausto dos judeus sobre: o massacre dos índios, que continua acontecendo.
De forma menos explícita, mas continua.
E a escravidão dos negros que - abolida já foi, lá se vão mais de cem anos (cento e vinte e dois) - e é tão pouco referida diante de tantas, e tantos acontecimentos.
Não tenciono também medir o que foi ou é pior.
Todas, já observei no começo, são condenáveis.
E então porque a prevalência? Alguém pode me dar uma explicação, ou quem sabe; me convencer de que tal não existe e que estou equivocado?
segunda-feira, 28 de dezembro de 2009
Para Hanna
O título era: indiferença.
Lí, e senti vontade de dar minha opinião sobre o que lí. Dei-a, e ao final sugerí que voltasse a escrever, pois estávamos em Dezembro e a última escrita era de Outubro.
Minha opinião foi comentada, com outros questionamentos e, a minha sugestão foi aceita. Ela voltou a escrever.
Estou fazendo uma coisa que ela diz que odeia: que roubem a sua solidão.
Diz também: ser uma sombra que vem de outras eras, uma alma melancólica e depressiva por natureza, que não se conforma com a condição humana. Que é rebelde e metafísica.
Do que andei lendo, nas visitas que lhe fiz, não foi o que eu ví.
Ví uma pessoa que gosta de escrever, sabe fazê-lo e escolheu o tema que melhor lhe apraz: solidão, niilismo e auto-suficiência. Tem por intuito: refletir sobre o sentido da vida, das coisas e tenta descobrir o motivo de tanta dor e crueldade no mundo.
Por tudo isto, certamente, vai continuar escrevendo por muito tempo. E, nessa caminhada encontrará muitos prós e muitos contras. E, isso é muito bom. Alguém já disse: da discussão nasce a luz.
Continue a escrever, continue a questionar, continue a se questionar.
Continuemos nos questionando e nos visitando neste lugar....
Feliz Ano Novo...
Lí, e senti vontade de dar minha opinião sobre o que lí. Dei-a, e ao final sugerí que voltasse a escrever, pois estávamos em Dezembro e a última escrita era de Outubro.
Minha opinião foi comentada, com outros questionamentos e, a minha sugestão foi aceita. Ela voltou a escrever.
Estou fazendo uma coisa que ela diz que odeia: que roubem a sua solidão.
Diz também: ser uma sombra que vem de outras eras, uma alma melancólica e depressiva por natureza, que não se conforma com a condição humana. Que é rebelde e metafísica.
Do que andei lendo, nas visitas que lhe fiz, não foi o que eu ví.
Ví uma pessoa que gosta de escrever, sabe fazê-lo e escolheu o tema que melhor lhe apraz: solidão, niilismo e auto-suficiência. Tem por intuito: refletir sobre o sentido da vida, das coisas e tenta descobrir o motivo de tanta dor e crueldade no mundo.
Por tudo isto, certamente, vai continuar escrevendo por muito tempo. E, nessa caminhada encontrará muitos prós e muitos contras. E, isso é muito bom. Alguém já disse: da discussão nasce a luz.
Continue a escrever, continue a questionar, continue a se questionar.
Continuemos nos questionando e nos visitando neste lugar....
Feliz Ano Novo...
O dia seguinte
Manhã do dia 26/12, é o dia seguinte.
As pessoas conhecidas ao se encontrarem, geralmente, fazem a tradicional pergunta: como foi o Natal? e as respostas são, quase sempre, positivas.
Apesar de toda a força comercial que acompanha o Natal, ele ainda tem a sua magia, o seu encanto, a sua autenticidade.
Leio sobre outros cultos, outras filosofias quanto ao nascimento de Cristo.
No entanto, é muito mais forte esta mística que todos aceitam e respeitam.
Sim, há o respeito à data e ao conteúdo dela. Outros questionamentos há, mas, a existência de Jesus Cristo não é questionada.
No máximo se discute sobre a data.
Sobre a forma como se chegou a ela.
Porém, uma discussão sem muita força.
Por isto, vibremos com o Natal.
Sintamos todos a paz que ele nos traz.
Aceitemos os bons votos que de todos os lados nos chegam.
É uma data em que a bondade se faz mais presente.
As pessoas se tornam mais dóceis, mais amigas, mais recptivas e por tudo isto, um pouco mais felizes...
As pessoas conhecidas ao se encontrarem, geralmente, fazem a tradicional pergunta: como foi o Natal? e as respostas são, quase sempre, positivas.
Apesar de toda a força comercial que acompanha o Natal, ele ainda tem a sua magia, o seu encanto, a sua autenticidade.
Leio sobre outros cultos, outras filosofias quanto ao nascimento de Cristo.
No entanto, é muito mais forte esta mística que todos aceitam e respeitam.
Sim, há o respeito à data e ao conteúdo dela. Outros questionamentos há, mas, a existência de Jesus Cristo não é questionada.
No máximo se discute sobre a data.
Sobre a forma como se chegou a ela.
Porém, uma discussão sem muita força.
Por isto, vibremos com o Natal.
Sintamos todos a paz que ele nos traz.
Aceitemos os bons votos que de todos os lados nos chegam.
É uma data em que a bondade se faz mais presente.
As pessoas se tornam mais dóceis, mais amigas, mais recptivas e por tudo isto, um pouco mais felizes...
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