sábado, 4 de fevereiro de 2012

RESSONÂNCIA SCHUMANN


Ressonância Shumann:
O que isso significa?
Significa, segundo o seu descobridor (o físico alemão W.O.Schumann) que os dias podem estar ficando mais curtos.

Que a sensação que as vezes temos de que estão passando muito rápidos, não é mera sensação, é real.

Como pode ser isso?
Aí vem a explicação do Schumann:

A terra é cercada por um campo eletromagnético que se forma entre o solo e a parte inferior da ionosfera que está cerca de 100 km acima de nós.

Esse campo possui uma ressonância mais ou menos constante de 7,83 pulsações por segundo.
Diz também que: "Empiricamente fêz-se a constatação que não podemos ser saudáveis fora desta frequência biológica natural. E que por milhares de anos as batidas do coração da terra tinham essa frequência de pulsações e a vida se desenrolava em relativo equilíbrio ecológico."

O que se constata é que a partir dos anos 80 e de forma mais acentuada nos anos 90, essa frequência passou de 7,83 hertz  para 11 e depois 13 hertz por segundo.

Estou me socorrendo de um artigo do teólogo Leonardo Boff (teólogo comentando físico, vai entender) que faz considerações fortes em função deste aumento de frequência.
Constata que devido esta aceleração, uma jornada de 24 horas estaria acontecendo em 16 horas. Justificando assim que a percepção de que tudo está passando mais rápido não é ilusória, é real.

É a esse aumento de frequência que o articulista associa toda uma série de transtornos que vem ocorrendo: perturbações climáticas, maior atividade dos vulcões, crescimento de tensões e conflitos no mundo e aumento geral de comportamentos desviantes nas pessoas.
Entre outras coisas diz que a terra está buscando formas de retomar o seu equilíbrio original e que irá consegui-lo. Só não sabe, a que preço.

Conclui o artigo dizendo:
"Se queremos que a Terra reencontre seu equilíbrio devemos começar por nós mesmos: fazer tudo sem stress, com mais serenidade, com mais amor que é uma energia essencialmente harmonizadora. Para isso importa termos coragem de ser anti-cultura dominante que nos obriga a ser cada vez mais competitivos e  efetivos. Precisamos respirar juntos com a Terra para conspirar com ela pela paz."

Como em tudo na vida, há controvérsias.

Um Doutor em física, de nome Mário Barbatti também leu este artigo que foi, segundo ele, publicado originalmente no Jornal do Brasil em 05/março/2004 e, como físico, o contesta em seu site "Defenestrando Idéias".
Diz que até aquela data não ouvira falar nada sobre a tal Ressonância, mas que da forma como o articulista a apresentava foi o suficiente para despertar a sua curiosidade.

A contestação, lógico, é feita de forma técnica, com explicações às mais diversas.
Se o assunto lhe interessou pode acessá-lo nos seguintes endereços:
www.umanovaera.com/Uma_Nova_Era/Ressonancia_Schumann.htm
http://mbarbatti.sites.uol.com.br/ 

Se é influência da tal ressonância ou não, a verdade é que o ano começou ontem e já estamos em pleno carnaval..., divirtam-se.

sábado, 2 de julho de 2011

Numa manhã chuvosa....

Manhã chuvosa.
É julho, o mês começando, o semestre também.
Me dou conta que é a segunda vez que escrevo este ano.
E a chuva continua caindo.
Vou à jenela para vê-la e sentí-la.
Como é bom sentir as gotículas.
Ouví-las, e até, me molhar com elas.
E o friozinho, que sinto, me direciona à divagação.
Antes de começar a divagar a realidade me toma.
Lá, diante da minha janela, os vejo a brincar.
Como? se chove.
Brincam, como se nada estivesse a incomodá-los.
A chuva, o frio, nada.
Correm e saltitam. Eram dois.
Ao vê-los assim, tão livres, tão alegres, nesta manhã tão chuvosa e um pouco fria.
Era uma alegria que eles transmitiam, que irradiava, que contagiava.
Quanta liberdade, quanta alegria os dois deixavam transparecer.
A chuva cintinuava a cair.
Êles, indiferentes, estavam a correr e a brincar como se nada os incomodasse.
Era um ir e vir sem demonstrar qualquer cansaço.
Me fez bem vê-los assim, tão espontâneos, tão alegres e por que não dizer, tão felizes...
Como já disse, eram dois.
O maior, que era impelido pelo menor, e que aceitava as suas imposições.
Não apereceu ninguém a incomodá-los: por que chovia, por que fazia frio, ou por que poderiam se ferir...
Demourou aproximadamente uns quinze minutos.
Eles, brincando e, eu, a observá-los.
Ao fim deste tempo, acho que o maior cansou.
O menor ainda queria mais, mas, mais não teve...
A brincadeira acabou e os dois foram embora.
Seguiram o mesmo caminho.
Eram dois cachorrinhos, do tipo vira-latas.
Mas, não tenho dúvida, eram felizes....
    

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

O NOVO

Novo é o dia e o ano.
O dia estamos a renová-lo sempre, amiúde.
O ano demoramos mais um pouco, e é este pouco mais que valoriza o acontecimento.
Em nome do ano novo as mais diversas manifestações de contentamento e júbilo assistimos.
Sempre houve, por ocasião do Natal, o congraçamento das pessoas com a data e por extensão, a chegada do novo ano também traz a sua colaboração com as lembranças e os desejos. 
É gratificante, para mim, ver e sentir que mesmo com um pouco de artificialidade, há mais alegria e posses nas pessoas.
Os bens de consumo que antes eram inalcansáveis, hoje já são quase que obrigatórios nas mais diversas residências.
Este intervalo "ano" é o responsável pelo amadurecimento dos desejos.É ele que dá o espaço para a materialização do imaginado.
Em sentido contrário à nossa necessidade de um intervalo maior para podermos viabilizar os nossos desejos e sonhos, o nosso querer e o nosso poder, vem os acontecimentos. 
Aos acontecimentos, aos fatos este intervalo é indiferente. Eles se fazem presentes a cada instante, nem sequer tomam conhecimento de qual momento seja. Para eles não importa em que estação estejamos, acontecem e pronto. Nós é que temos que assimilá-los e vivê-los. Portanto é necessário que estejamos atentos aos dois polos o dos desejos e o dos acontecimentos.
Sobre os desejos e os sonhos temos algum domínio. Já sobre os acontecimentos, pouco podemos fazer, eles simplesmente acontecem.
Que os acontecimentos que estão por vir, sejam todos de alegria e aqueles que vierem em outra direção sejamos capazes de assimilá-los e superá-los.    
Aos que aqui estiveram e deram a sua opinião o meu sincero agradecimento. Continuem a me visitar e lhes asseguro que estarei a visitá-los também, a fim de trocarmos experiências e conhecimentos.
E que os acontecimentos nos favoreçam...

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Público e particular...

Em velho ser, não quer dizer: envelhecer.
Envelhecer, não é - necessariamente - ser velho.
Pura retórica, troca de palavras, mistura de palavras.
Em velho sendo, pode não ser: envelhecendo

Era o mês de março quando fiz estes trocadilhos com as palavras "envelhecer" e "envelhecendo", ao fazê-los tinha por propósito desenvolver alguma coisa que justificasse o trocadilho. Não sabia bem o que era.
E, assim sendo, a idéia se esvaiu e por lá ficou.

Agora, me vem um jovem, desses que sequer chegou a casa dos "enta" e me fala que as lembranças estão ficando borradas..., fugindo... (envelhecendo, sem velho ser)
Pensei, deve ser defesa. Sim, defesa.
Uma forma de se defender de lembranças desagradáveis.
Momentos desagradavelmente vividos, e que melhor seriam se não fossem lembrados.
Pura provocação, me confessa ele depois.

A vida nos leva, ou, é por nós levada por estradas que - por vezes - traçamos ou, na maioria das vezes, nos vemos nela estando e temos que enfrentá-la, sem que tenhamos feito realmente a escolha.

É assim que tenho estado a viver.
Verdade é que - no começo da caminhada - cheguei a traçar alguns roteiros; breves, curtos, mas... traçados, pensados.
Me convenço cada vez mais que não sou dado a projetos. Do que projetei, pouco consegui concretizar.
No entanto esse pouco, representa muito.
É com grande alegria e satisfação que, de onde estou, olho em todas as direções e somente alcanço, com o olhar e a mente, fatos que me orgulham alguns, me são indiferentes, outros tantos e não me causam vergonha, nenhum.
Difíceis alguns, contornáveis outros, verdadeiros e honestos, todos.
Dificuldades... existiram, existem e existirão.
Todas foram e serão enfrentadas sempre que se apresentarem.
Na caminhada, você - sem querer - tropeça, machuca, fere, quem você não desejava ferir.
O curso da vida é constante e por vezes (quase sempre) não te dá outra opção, senão seguir em frente, ir indo, ir vivendo, ir fazendo a estrada com o teu caminhar (isto é plágio, alguém já disse antes), pura verdade.
Bom, é, como já mencionei: poder olhar, e sentir que há possibilidades para se alcançar a felicidade.
Honestidade - este é um dos melhores caminhos para a se ser feliz.
É um  caminho - por vezes - difícil, nem sempre leva à riqueza, à ostentação, mas é um bom caminho para alcançá-la.

Do muito que quis dizer, consegui dizer um pouco...

Sejamos felizes mesmo em velho sendo, porém... sem envelhecer....

segunda-feira, 31 de maio de 2010

31 de Maio

Me dou conta que hoje é o último dia do mes de Maio e que nada escrevi  até agora.
Desde quando iniciei neste espaço tenho produzido, pelo menos, um escrito a cada mês.
Será, que este mes, que é tão emblemático, passará em branco?
Mês Mariano, mês de Maria, mês das noivas (já foi, não é mais).
Era costume, e ainda é  - mas já sem a ênfase de então - as celebrações Marianas.
Todas as noites havia um responsável (um comerciante de destaque, um bairro, uma categoria profissional), que tinha como resposablidade ornamentar a igreja.
Fazê-la bonita, com flôres e outros adereços que proporcionasse beleza e motivos para comentários sobre, qual teria sido a noite mais bonita.
Lembro que na minha cidade - Paulista-Pe. - o dia de hoje era da responsabilidade dos motoristas da praça.
À época, não existiam ainda os taxistas em cidades pequenas, eram os "motoristas da praça".
Eram êles os responsáveis por esse dia. E como caprichavam..., com destaque - especialmente - para o foguetório que proporcionavam a todos no final, como a dizer: até ao próximo ano.
Nenhuma lembrança em especial, apenas o registro do devotamento e do respeito então existentes.
Da devoção e carinho que mereciam a Igreja e seus Dogmas, seu simbolismo.
Comportamentos em total desuso, hoje.
A quem atribuir este desvio. A quem debitar este afastamento atual, este desrespeito e descrença atuais ao Sagrado como um todo; e às Religiões - com destaque para a Igreja Católica - em particular.
Tantas são as barbaridades que nos chegam por todos os meios de comunicação, que fica difícil eleger um motivo em particular.
Nenhuma saudade, apenas lembranças... boas e inesquecíveis lembranças.

sábado, 17 de abril de 2010

E assim se passaram seis meses....

Aí eu disse:

Criado o blog está.
O que fazer com a criação...? ainda não sei bem.
Vamos começar e ver no que pode dar.
Meu propósito: encontrar pessoas e quem sabe, trocar idéías.

Até agora o propósito está sendo alcançado.
Tenho encontrado pessoas e tenho trocado idéias. Tenho aprendido muito. Lendo, escrevendo e vendo o que se faz por aí afora.
Tenho me esforçado para domar, para compreender e para atuar bem com esta tecnologia.
A minha primeira, e para mim surpreendente descoberta quando aqui cheguei, foi: "prox.blog".
Que coisa maravilhosa e surpreendente. Era só clicar e lá estava eu, em outro pais, em outro continente. Sendo possível me comunicar com: sei lá quem. Sei lá aonde. E, se esse sei lá quem, sei lá onde quisesse e, se lhe interessasse, poderia retribuir.
Se não imediatamente, dali a pouco, um pouco depois, ou mesmo nunca...
Ainda não fiz uso, mas é até possivel -  se, se quiser -  fazer a tradução imediata do texto.
Uma coisa que me chamou e ainda chama a tenção é que, a maioria dos blogs que visitei ao acaso, em Portugal; eles tem uma predileção pelo texto em inglês. Não a postagem em sí, mas, as apresentações. Ao invés de "meu perfil"  você encontra, geralmente, "about me" e outras que tais.
Foi assim que de repente, lá estava eu em Figueira da foz (Portugal) no blog Limonete.
Visitei. Não lembro mais sobre o que tratei na visita.
Fui tomando conhecimento de um mundo novo, bonito, diferente e desafiador. Principalmente desafiador.
Lá também ví "chá de limonete". Imaginei se tratar da informação de como se preparava, e para que servia, o referido chá. Qual nada, era outro blog. Tão bom e diverso como o anterior.
Já que ali estava, outra coisa não havia a fazer senão, conhecê-lo.
Foi o que fiz. Eis que: quem lá estava sendo assunto, e nada amistoso, e nada lisonjeiro: Maitê Proença.
Sim, a atriz.
E, a inamistosidade, se dava por conta de uma entrevista dela no programa "Saia justa", aqui, no Brasil.
Neste programa se exibiu um "vídeo caseiro" de real mau gosto. Entre outras coisas, ela - a atriz - cuspia; literalmente cuspia, em uma fonte (na cidade que a mesma estava visitando) lá existente.
Fiquei surpreso. Lí o texto, ví o vídeo, deixei um comentário.
Acredito ter sido a minha primeira intervenção.
Dou o endereço, para, se lhes interessar, visitá-lo www.chadelimonete.blogspot.com/2009/10/o-video-de-maite-proenca.html  foi uma boa e amistosa conversa com o Sr. José Oliveira. É êsse o nome do simpático senhor.
"Investiguemos o MST, porque não?" essa foi a minha primeira produção por essas bandas.
Escevi, postei e fiquei ancioso pela repercussão.
Não esperava uma repercussããããão, esperava um comentário qualquer, qualquer coisa.
Não aconteceu nada. Ou ninguém leu, ou - se leu - não viu o que comentar.
Me conformei e continuei com minhas visitas. Ou seja, o milagroso "prox.blog".
Numa dessas, me deparei com um blog que fazia comentários - digamos - desairosos ao governo, ao PT e, particularmente, ao Presidente Lula.
Não nego, leio porque faz parte do aprendizado, do crescimento e principalmente da democracia. Mas, quem como eu vivi e vi a inflação, a mendicância em quase todas as portas e esquinas e hoje vê, não um paraíso à frente. Mas, já não vejo inflação desenfreada, mendicância em todas as portas e esquinas por onde passa, não pode aceitar certas - vamos dizer - atitudes difamatórias, rançosas e pouco verdadeiras contra o governo.
Desculpem o desvio.
Voltando ao Blog encontrado era http://www.mariotblog.blogspot.com/2009/11/vira-bosta.html e a postagem era o Vira Bosta (Molothus Bonarienis) - é um pássaro.
O que tem a ver a postagem do Sr. Mario Toledo com a minha.
Explico: é que, quando fiz a visita, deixei um comentário dizendo o que sempre tenho dito: o Brasil está bem melhor. E classifiquei de rançosa, a postagem do Sr. Mario Toledo.
Deixei o comentário, e fui-me embora, não anotei (como sempre faço) o endereço visitado.
Foi um santo remédio.
Dias depois, lá estava um comentário, o primeiro, na postagem do MST.
Não fiz a associação de pronto, mas o texto falava de ranço, uma  palavra pouco usual, convenhamos.
A essa altura eu já sabia que, clicando sobre o nome do comentarista, seria conduzido até ele.
Foi o que fiz. Não deu outra, lá estava o Sr. Mário Toledo. Me fiz presente, complementei o que havia dito, e, vez por outra vou visitá-lo.
Não pretendo narrar aqui e agora tudo quanto visitei e tenho visitado nestes seis meses.
Apenas, pontuar os mais emblemáticos.
 Por exemplo, conheci um Angolano que vive na Inglaterra.
África, para mim: mistério, beleza, miséria, história, uma incógnita.
Outra vez o milagre do "prox.blog" e lá estou na ONDJIRA(caminhos) DO NORTE.
África pura, beleza pura.
Namibiano Ferreira - É esse o nome do poeta que conheci e com quem, vez por outra faço contato.
Quer seja através do blog ou até mesmo por e-mail.
Neste endereço tomei conhecimento de coisas de África: paisagens, poesia, música e da existência de um profeta. Sim, um profeta: Simão Toco. É este o nome do profeta "Simão Toco".
Na postagem que li sobre ele, se fala que até o Papa João Paulo II o reconhecia como "o profeta da África".
Se querem saber mais sobre a África, sobre Angola, e sobre o profeta Simão Toco; façam a viagem até o endereço que lhes dou: www.poesiangolana.blogspot.com/2009/12/sobre-o-natal.html.
Tantos outros foram os locais visitados.
Tantas outras foram as pessoas que conheci.
E espero que tantas outras e outras tantas virei a conheceer.
Aos que por aqui passaram nestes seis meses, quero agradecer: o carinho e a boa vontade que para comigo, tiveram.
Continuarei escrevendo: sobre o que vejo, sobre o que sinto e principalmente, continuarei a fazer visitas e espero continuar a sendo visitado.        
Disponham do espaço...

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Código de Ética...

Esta semana os jornais publicaram com razoável alarde, a aprovação - se não me engano - pelo Congresso Nacional o Código de Ética Médica.
E, de que consiste esse Código?
Ele obriga - vejam que absurdo- obriga o profissional da medicina a tratar os seus pacientes com mais dignidade, com mais respeito, com mais atenção.
Surpreso, me ponho só em pensar que até hoje - ou, até a data da aprovação desta obrigatoriedade - estes itens não existiam.
Como pensar em um profissional médico - atendendo a um paciente - sem estes mínimos princípios: Dignidade, Respeito e Atenção.
Ao mesmo tempo raciocino: se está sendo necessário criar esta lei, é porque isto que eu achava ser, o mínimo necessário para o exercício desta - tão nobre - profissão, possa estar ficando fora de moda.
E, como não há uma lei a obrigá-los a assim proceder; alguns, se achem deles desobrigados.
Está acontecendo um fato aqui em nossa cidade - não sei se em todo estado, na cidade tenho certeza -   que justifica a necessidade da lei.
Os médicos - no caso - os legistas, estão em semi-greve.
Eles chamam de: "operação padrão".
Estão retendo - em troca dizem eles de melhores condições de trabalho e de um plano de carreira - os corpos que lá chegam para serem necrópsiados.
Ou seja, quem tiver, por estes dias, a infelicidade de - por um destes atalhos da vida - lá chegar; certamente, irá demorar mais tempo por aqui, até fazer a viagem derradeira.
Não interessa, o modo com aconteceu, o sofrimnento que possam estar passando os familiares.
A operação padrão, prevalecerá.
Os ganhos, por melhores condições de trabalho e por um plano de carreira, prevalecerá.
Há que se encontrar uma forma de se... melhorar as condições de trabalho e aprovar um plano de cargos e carreira (ganhar mais dinheiro) sem se aumentar tanto o sofrimento alheio...
Vem a público um "ilustre" representante da classe e explica a população o que está ocorrendo, e as suas "razões".
Como observadores, vemos pessoas sem voz e sem vez - mas com algum parente lá guardado - a bradar ao vento o seu constrangimento, a sua indgnação.
Senhores, encontrem um melhor caminho. Se chegaram até aí e porque são inteligentes.
Encontrem uma outra saida que não seja a custa de tanto sofrimento alheio...